Status de Relacionamento - Facebook APP

quinta-feira, 15 março 2012 16:17 por leolima77

O app "Status de Relacionamento" desenvolvido para o facebook, permite mudar o status de relacionamento padrão, por status divertidos, criativos e improváveis na rede social.

O aplicativo usa a API de desenvolvimento do facebook criando uma postagem parecida com o status de relacionamento real.

O status real do usuário não é alterado por se tratar apenas de uma brincadeira.

Para usar o app acesse www.leolima77.com.br/relacionamentoFB/ escolha seu status de relacionamento, clique em postar no facebook, o aplicativo solicitará permissão para postagem em seu mural, o app só funcionará depois de aceita a permissão, lembrando que o app não solicitará senha ou dados pessoais do usuário.

É possível enviar sugestões de status para o desenvolvedor pelo endereço www.leolima77.com.br/relacionamentoFB/Sugestao/Home.aspx

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Nokia quer atrair programadores para suas plataformas

quinta-feira, 1 março 2012 18:14 por leolima77

A Nokia apresentou seus telefones Windows como a melhor aposta para operadoras e desenvolvedores de aplicativos, e para provar isso, anunciou parcerias para novas aplicações com marcas como Michelin Travel, Red Bull e Kraft Foods, entre outros.

"Estamos criando uma plataforma para atrair desenvolvedores que é muito amigável e mais alinhada com os interesses dos operadores de todo o mundo", disse Stephen Elop, CEO da empresa, em um discurso no Mobile World Congress, em Barcelona.

A Nokia tem focado em tornar mais fácil para os desenvolvedores ganhar mais dinheiro em seus celulares do que outros, disse ele. Ela oferece meios de cobrança (billing)com 140 operadoras em 40 países. Uma pesquisa da empresa mostra que a compra de aplicativos aumenta em cinco vezes se o faturamento via operador está disponível, Elop disse.

Isso é em parte porque um número crescente de pessoas ao redor do mundo estão comprando celulares, mas não têm cartões de crédito. "Estamos removendo um obstáculo ao pagamento", disse.

Elop anunciou uma parceria que inclui a Microsoft com a Kraft Foods, para uma oferta que se estende por telefones celulares, PCs, TVs e Xbox. A Nokia não revelou detalhes sobre que tipos de aplicativos a Kraft pode oferecer.

Outro acordo inclui a Michelin, que planeja um aplicativo para telefones NFC Symbian para oferecer informações baseadas na localização em 40 mil restaurantes de seus guias. Também serão lançados aplicativos de viagem para 40 dispositivos Lumia e Series.

Fonte: IDG Now

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Inserindo javascript e css dinamicamente com javascript

quinta-feira, 1 março 2012 17:10 por leolima77
<script type="text/javascript">

        (function() {

            var scripts =

                    [

                        "estilos.css",

                        "jquery.js",

                        "teste.js",

                        "teste.css"

                    ];



            for (var endereco in scripts) {

                if (scripts[endereco].indexOf(".css") > -1 || scripts[endereco].indexOf("fonts.googleapi.com") > -1) {

                    (function() {

                        var cssDGABC = document.createElement('link');

                        cssDGABC.type = 'text/css';

                        cssDGABC.rel = 'stylesheet';

                        cssDGABC.href = scripts[endereco];

                        var s1 = document.getElementsByTagName('body')[0];

                        s1.parentNode.insertBefore(cssDGABC, s1);

                    })();

                } else {

                    (function() {

                        var jsDGABC = document.createElement('script');

                        jsDGABC.type = 'text/javascript';

                        jsDGABC.async = true;

                        jsDGABC.src = scripts[endereco];

                        var s2 = document.getElementsByTagName('body')[0];

                        s2.parentNode.insertBefore(jsDGABC, s2);

                    })();

                }

            }

        })();

</script>
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A quase impossível arte de priorizar projetos de TI

segunda-feira, 27 fevereiro 2012 11:13 por leolima77

Como gestor de tecnologia de ponta na Aspen Skiing Compan durante os últimos 16 anos, Paul Major aperfeiçoou a arte de manter várias bolas no ar.

Responsável por todas as iniciativas de TI que suportam quatro estâncias das montanhas do Colorado e amplo portfólio de hotéis, lojas de varejo e locação, o gerente aprendeu a ajudar sua equipe, de 20 funcionários de campo; Ele sabe priorizar as solicitações para manter o 3,4 mil funcionários da empresa felizes do ponto de vista técnico. Ultimamente, porém, o malabarismo ficou muito mais intenso, diz o executivo.

As tecnologias móveis e sociais, grupo comandado por Major,  têm bombardeado o gestor constantemente com pedidos de novos projetos. Um executivo lê sobre um app móvel legal em uma revista de bordo, ou durante uma conversa informal sobre tecnologia que a caixa de e-mail de Major lotar.

"Temos hoje uma enorme quantidade de demanda de TI para novas tecnologias que não seguem a trajetória normal de TI", diz Major. "Você não pode simplesmente ter mil pedidos aleatórios chegando, para tecnologias muito novas e não testadas. É preciso uma voz de sanidade sobre o que estas tecnologias vão fazer e qual é a estratégia de longo prazo."

Major é contra o que muitos departamentos de TI estão enfrentando. A alta na demanda nas organizações para as tecnologias móveis, sociais e de análise adiciona trabalho extra ao da TI tradicional. "O yin-yang do clima econômico não ajuda - os orçamentos de tecnologia são pequenos e as empresas parecem pouco propensas a aumentar a equipe . Além disso, trabalhadores qualificados nas novas tecnologias são escassos", afirma.

No auge da hegemonia de TI, gestores como Major teriam mais tempo para manter as prioridades sob controle. Os gerentes das áreas de negócios socilitariam o uso de novas tecnologias e, em seguida, entrariam na fila para conseguir o que eles precisavam da TI. Hoje, os usuários finais podem aproveitar o poder da nuvem para seguirem em frente se perceberem algum atraso da área de TI.

"Os modelos formais e mecanismos de priorização não funcionam mais", diz David Cearley, vice-presidente do instituto de pesquisas Gartner. "A priorização não pode ser feita de forma isolada do negócio. Precisa acontecer em estreita parceria com a empresa."

Nesse cenário, a TI está sentindo a pressão para ser mais ágil em seus métodos de entrega, mais flexível na priorização de projetos, e mais experiente na avaliação de retorno sobre o investimento (do inglês ROI) - tudo para que possa trabalhar com, e não contra, as necessidades de negócio.

Prós e contras para os negócios

O consumo de TI, em particular, está impulsionando mudanças radicais não só no que a TI precisa priorizar, mas também na forma como ela interage com outras unidades de negócios para entregar esses projetos.

Não só é preciso descobrir como administrar, adquirir, apoiar e criar aplicativos móveis, como também repensar toda a experiência de computação do usuário final em torno dos dispositivos móveis, de acordo com Cearley.

Como os recursos não são infinitos, diz ele, a gestão de TI precisa reformular o seu papel para tornar-se mais que um corretor de serviços de TI, trabalhando em conjunto com o negócio para compreender as principais prioridades e funcionar como um facilitador, não como um gargalo para a implementação da nova tecnologia.

Por exemplo, em vez de derrubar um pedido de uma aplicação móvel por questões de segurança, a responsabilidade da área de TI é a de ajudar a empresa a entender os riscos fundamentais e destacar as tecnologias disponíveis para mitigar riscos.

"Ser pró-ativo significa ajudar a empresa a entender como as novas tecnologias como o celular podem impactar o negócio", explica ele. "A governança não pode ser o mecanismo de dizer não. Governança deve ser o mecanismo para ajudar a direcionar e apoiar os requisitos do negócio."

É uma directiva na Aspen Skiing que Major está levando a sério. Com uma avalanche de dispositivos pessoais aparecendo no trabalho e a demanda quase universal entre os empregados por aplicações móveis que possam suportar serviços ao cliente como a emissão de bilhetes e o aluguel de esqui, Major decidiu montar um comitê executivo para introduzir novas tecnologias e apresentar exemplos de estudo de caso, encorajando feedback e colaboração para começar a fazer a criatividade fluir.

Balanço da carteira de projetos

Além de envolver negócios diretamente no processo de priorização, Major está começando uma nova estratégia para frear o que ele diz ser um número insustentável de projetos no pipeline de TI.

Ele trabalha com um grupo estratégico de seis representantes divididos igualmente entre TI e finanças. A equipe realiza entrevistas com altos funcionários de toda a empresa para identificar os projetos solicitados ao seu departamnto que fujam às atribuições tradicionais da área - nada tão complexo como um novo sistema de Business Intelligence (BI) ou tão simples como a compra de um novo mouse.

Os projetos são classificados para encontrar oportunidades de reuso e de acordos de licenciamento otimizados. "A ideia é ver a um nível elevado o que estamos fazendo, descobrir onde queremos estar em 18 meses, e depois classificar projetos por horas de trabalho, custos, riscos e prioridades", diz Major. "Se pudermos extrair da lista cinco ou dez projetos bem fundamentados, podemos apresentá-los à liderança executiva e obter financiamento que garanta a execução de cada um deles."

Aplicativos de uma nova maneira

Na Catalina Marketing, os novos aplicativos móveis e os projetos de BI são tão centrais para a empresa que todos estão ansiosos para trabalhar em sintonia com a TI para fazer lobby junto à alta administração para apoiar o desenvolvimento.

"Como resultado, a Catalina tem 250 pessoas no departamento de TI que receberam um cheque em branco para trazer os recursos necessários para começarem a fazer o trabalho que precisa ser feito", explica Eric Williams, ex-CIO da empresa, que presta serviços de marketing para clientes nas indústrias de varejo e da área de saúde.

"As equipes de vendas nas diferentes unidades de negócios deixam claro para o CEO onde precisamos estar", diz Williams, que se aposentou em dezembro passado.

O alto nível de envolvimento das partes interessadas também levou TI a repensar seu processo de desenvolvimento, passando a adotar uma abordagem mais ad hoc quando as equipes de TI passam a integrar o pessoal de marketing ou das áreas de negócios para o desenvolvimento mais rápido de um aplicativo móvel  - às vezes em questão de dias em vez de semanas ou mesmo meses.

"É uma integração muito mais coesa do desenvolvimento do produto que eu já vi no passado", diz Williams.

A Northern Kentucky University também ajustou seu processo de priorização para um sistema mais aberto, em que as solicitações são feitas a partir de comitês consultivos formados por professores, alunos e funcionários, de acordo com Timothy Ferguson, reitor adjunto de Tecnologia da Informação e CIO da universidade.

Quando chega a hora de realmente desenvolver novos projetos de mobilidade ou de mídia social, o executivo tem acesso um recurso exclusivo: os alunos da universidade do programa de tecnologia da informação que foram criados sobre essas novas plataformas. "Eles cresceram com essa tecnologia, estão conectados", explica Ferguson.

Atualmente, Ferguson conta com cinco ou seis estudantes desenvolvedores que trabalham 25 horas por semana em novos projetos. Até agora, tem sido uma situação ganha-ganha: os alunos estão ensinando aos seus colegas de TI muito sobre tecnologias emergentes. Já os funcionários tradicionais estão ajudando os alunos a compreenderem o que é preciso para escrever aplicativos back-end, bem como questões importantes em aplicativos empresariais, como a autenticação e a segurança.

Sem metodologias formais para a priorização e governança pró-ativa, os departamentos de TI correm o risco de serem marginalizados. É um grande risco que nenhum CIO está disposto a assumir.

Fonte: Computerworld

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Apple compra Chomp

sexta-feira, 24 fevereiro 2012 11:20 por leolima77

A Apple confirmou que comprou a Chomp, uma empresa que oferece um app para realizar buscas inteligentes na App Store da própria “maçã”. De acordo com a Bloomberg, a Apple desembolsou 50 milhões de dólares pelo negócio.

O aplicativo Chomp para iPhone (gratuito) realiza buscas por aplicativos na App Store. A Chomp afirma que seu software utiliza “um algoritmo proprietário que aprende as funções e os tópicos dos apps”, que, segundo a companhia, ajuda na busca dos usuários por apps com base em sua verdadeira funcionalidade, não apenas seus nomes. O app também lista apps gratuitos do dia e aplicativos “da moda”, e oferece navegação em apps por categorias únicas que não existem na App Store, como por exemplo “Star Trek” e “Sem Glúten”. 

Primeiramente noticiada pelo TechCrunch, e depois confirmada pelo Wall Street Journal, a aquisição do Chomp pela Apple acontece em um momento em que as prateleiras virtuais de apps da companhia estão populares e cheias como nunca. Em breve, a loja atingirá a marca de 25 bilhões de downloads. Atualmente, a loja possui mais de 500 mil apps.

Geralmente, a Apple não oferece maiores detalhes sobre seus planos para as companhias que compra, como aconteceu com o Siri. Mas a explicação aparentemente óbvia por trás da compra da Chomp é que a Apple percebe – como muitos de seus clientes e desenvolvedores terceirizados – que, à medida que cresce o número de apps na App Store, fica mais e mais difícil descobrir novos programas na loja online.

Enquanto isso, o site especializado 9to5Mac informa que o CEO da Chomp, Ben Keighran, já começou a trabalhar no departamento de marketing do iTunes, e que a CTO da empresa, Cathy Edwards, agora é uma engenheira sênior do iTunes. 

Fonte: Computerworld

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Pesquisadores desenvolvem método para decifrar Captchas em vídeo

quarta-feira, 22 fevereiro 2012 11:24 por leolima77

Pesquisadores da Universidade de Stanford descobriram uma maneira de decodificar captchas de vídeo, do tipo dos implantados por empresas como a NuCaptcha, com uma taxa de sucesso de 90%.

Captchas são aqueles códigos com letras e números "tortos", feitos para impedir que robôs façam spam em sites.

Em vez de apresentar aos usuários uma estática convencional, a versão NuCaptcha de vídeo exibe texto em rotação  que também se move da esquerda para a direita na tela. Em teoria, isso torna muito mais difícil para os sistemas de spam automatizados detectarem com segurança quais os elementos do imagem são os corretos.

Isso vinha funcionando bem - até agora.

Depois de converter os vídeos NuCaptcha em quadros individuais, a imagem de fundo foi removido pelos pesquisadores e as letras restantes transformadas em uma imagem preto e branco para facilitar o processamento.

A equipe então usou algoritmos para nomear os objetos mais interessantes em cada quadro, acompanhando-os conforme os quadros passavam. Em seguida, refinaram o número de objetos por estimar o provável tamanho mínimo do Captcha, submetendo os demais a um algoritmo projetado para distinguir as letras normais das rotacionadas (ou "torcidas")

Como os pesquisadores tinham vários quadros para cada captcha que estavam tentando quebrar - uma característica de qualquer Captcha em vídeo - eles acabaram com mais dados para fazer uma análise padrão usando ferramentas familiares no campo de visão robótica.

Ou seja: decodificar os códigos em vídeo acabou sendo mais fácil, porque eles oferecem mais dados do que os estáticos para realizar uma análise.

A equipe disse que sua técnica de cracking funcionou de 80% a 100% das vezes, dependendo das algoritmos de análise utilizados para isolar as letras do campo em movimento.

Os pesquisadores disseram que trabalharam em estreita colaboração com a NuCaptcha durante a investigação.

A empresa diz que o sistema "não é invulnerável", e que deve ser melhorado em breve, de modo a tornar mais difícil isolar as letras.

Fonte: IDG Now

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O que vem aí para o Firefox em 2012?

quarta-feira, 15 fevereiro 2012 12:10 por leolima77

Firefox 2012 prometeOs grandes planos que a Fundação Mozilla tem para o Firefox em 2012 podem ser resumidos em duas palavras: Google Chrome. Isso não significa que o navegador não ganhará recursos exclusivos, como uma ferramenta para evitar que a atividade do internauta seja monitorada, um novo gerenciador de senhas mas as maiores novidades já estão presentes em seu rival.

A seguir, veja as cinco principais mudanças prometidas para o browser e recentemente divulgadas.

Loja de Aplicativos

A Mozilla está investindo para ter uma loja de aplicativos semelhante à do Chrome – cuja estreia ocorreu em dezembro de 2010. Há mais de um ano a Fundação vem falando de uma “Open Web App Store”, mas, ao contrário da Google, ela não quer que os programas publicados sejam compatíveis com apenas uma plataforma.

“Atender às necessidades dos desenvolvedores em seu trabalho de construir sites e aplicativos que não sejam voltados a um único navegador, mas que funcione por toda a Internet, é uma das prioridades da Mozilla”, afirmou a Fundação em maio de 2010.

Atualizações silenciosas

A Mozilla quer trazer o recurso para o browser até junho. Assim como o Chrome e, em breve, também o Internet Explorer, o Firefox não notificará o usuário sempre que um update for liberado. Em vez disso, o instalará automaticamente de modo que, quando reiniciado, ele já estará lá. A iniciativa serve também para tornar a sopa de números – dada a cada versão – irrelevante para o internauta.

Tradução

A ferramenta que permite ver o texto do site na língua que o usuário desejar deve chegar no segundo semestre. O recurso chegou ao Chrome em 2010: ele identificava o idioma do texto e, se este não fosse o mesmo que o escolhido para o browser, sugeria a tradução, que poderia ser feita com um clique.

Sincronização de complementos

Já adicionado ao Firefox 11 beta, o recurso chegará junto com a versão final – a ser lançada antes de março. Trata-se de uma opção interessante para quem utiliza diversos computadores e complementa a sincronia que já existe com abas, histórico, favoritos, senhas e configurações.

Leitor nativo de PDF

O usuário não precisará mais baixar o arquivo PDF para o computador ou instalar o plugin para abri-lo pelo navegador. O Firefox ganhará uma ferramenta parecida com a que a que já existe no Chrome. Pelo cronograma apresentado, a novidade está prevista para o segundo semestre.

Além do Chrome

A Mozilla, porém, não pretende somente providenciar os recursos que existem no Chrome, mas que ainda não chegaram ao Firefox. O software receberá, por exemplo, uma ferramenta chamada de “Focus Mode”, semelhante ao Reader, do Safari. Ela facilita a leitura de textos longos e a visualização de imagens, já que os apresentam em primeiro plano, deixando a publicidade, por exemplo, para trás.

O browser também contará com uma interface compatível com o tema Metro do Windows 8, planejada para o segundo semestre – quando o sistema começará a ser comercializado. Segundo a Fundação, as mudanças serão consideráveis, a fim de que o software aproveite o novo desenho do SO e suporte telas sensíveis ao toque.

Por fim, um recurso para evitar que complementos, barras de ferramenta e outros tipos de programas alterem as configurações do navegador também será adicionado. Antes que isso ocorra, o usuário será alertado para que aprove a ação.

 

Ian Paul para o IDG Now

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Siri suportará a língua japonesa

quarta-feira, 15 fevereiro 2012 11:53 por leolima77

Uma das novidades muito esperadas por nós para este ano de 2012 é o possível suporte à língua portuguesa pela função Siri, o assistente vocal do iPhone 4S. Até o momento, apenas quem fala inglês, alemão e francês pode usá-lo, mas tudo indica que a língua japonesa será uma das próximas a ser incorporada. E quem deixa escapar isso é o próprio Siri.

Ao ser perguntado quais línguas fala, o Siri deixa escapar que fala também japonês, coisa que não é verdade no momento.

A adição de mais idiomas pode acontecer com o iOS 5.1, a ser liberado (acredita-se) com o iPad “3″. Segundo algumas fontes, também seriam adicionados o chinês (mandarim) e o russo. Em sua página sobre a funcionalidade, ela promete que em 2012 serão adicionados outros idiomas, incluindo japonês, chinês, coreano, italiano e espanhol. O português não é citado, mas não quer dizer que também não seja incluído. Conforme o Blog apurou no ano passado, a Apple realizou testes de sotaques regionais no Brasil e acredita-se que seja justamente para implementar no Siri.

Resta só saber quando ela decidirá fazer isso.

Fonte: Blog do iPhone

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E-mail Marketing envios ilimitados

segunda-feira, 13 fevereiro 2012 16:04 por leolima77

Texto

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TI lidera ranking de aquisições e fusões no Brasil

quarta-feira, 11 janeiro 2012 16:33 por leolima77

O setor de Tecnologia da Informação continua liderando o ranking de fusões e aquisições no Brasil. Segundo estudo realizado pela KPMG no País, foram realizadas em 2011 um total de 90 operações no segmento no País, com aumento de 5,9% sobre as 85 reportadas no ano anterior. 

Desde 2008, que essa área é a que mais registra associações no Brasil e mercado mundial. Um dos motivos é a consolidação da indústria de hardware, software e prestadores de serviços. Outro fator é o surgimento de novas tecnologias que obriga a celebração de casamentos para reforço da oferta para atendimento aos clientes. Um exemplo disso, é a popularização de cloud computing, do crecimento da mobilidade e o avanço das redes sociais, que estão gerando muitas movimentações no setor.     

Em segundo lugar do ranking de fusões e aquisições ficou o segmento de telecomunicações e mídia, com 59 operações, um salto de 110,7% ante os 28 negócios registrados em 2010. Um dos fatores para o aumento nessa área foi o volume de transações envolvendo empresas pontocom.

O estudo contabiliza transações envolvendo aporte de capital estrangeiro em empresas locais, associações entre companhias estabelecidas no País e aquisições de empresas estrangeiras por grupos nacionais.

 

Fusões em geral 

 

Ao todo, o estudo da KPMG revela que foram realizadas 817 operações de fusões e aquisições em todos os segmentos da economia no Brasil, envolvendo direta ou indiretamente empresas brasileiras no ano de 2011. Esse número representa 91 operações a mais que as 726 efetuadas em 2010.

Os negócios entre empresas brasileiras também estabeleceram um recorde em 2011, somando todos os segmentos analisados superou a marca anterior de 379 negócios observada em 2008. As operações entre empresas nacionais corresponderam a 50% do total dos negócios do ano, aponta o relatório.

As transações entre empresas estrangeiras e de capital brasileiro estabelecida no Brasil apresentaram uma evolução de 19%, com 208 negócios em 2011, frente aos 175 de 2010. Segundo o estudo, o Brasil esteve na agenda dos investidores estrangeiros em 2011 que, apesar das turbulências verificadas nos Estados Unidos e na Europa, identificaram  oportunidades para expandir suas operações por aqui.

Em contrapartida, as transações de internacionalização de empresas brasileiras tiveram recuo de 14%, passando de 65 negócios em 2010 para 56 em 2011. Também foi observada uma queda de 17% nas operações entre empresas de capital brasileiro que adquirem companhias estrangeiras estabelecidas no País, com 29 contratos contra 35 de 2010.

Fonte: Computer World

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